C.Vale

Temperaturas
baixas, cuidados
redobrados

Doenças respiratórias e gripes são mais comuns com a chegada do frio.

Adotando esses hábitos você também estará se prevenindo contra a COVID 19.

Cuide-se e espalhe essa ideia!

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O que é a gripe?

A gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório provocada pelo vírus da influenza. A doença circula entre os seres humanos há séculos e, conforme o tempo foi passando, transformou-se diversas vezes.

No geral, quem contrai a gripe
apresenta alguns sintomas típicos:

- Febre
- Dor no corpo
- Dor de cabeça
- Tosse seca

Casos mais graves ou que não são tratados corretamente podem evoluir para outras doenças respiratórias como bronquite e pneumonia, além de provocar sintomas gastrointestinais, podendo levar à internação e morte. Por isso é tão importante se proteger contra a doença que é responsável por epidemias sazonais ao redor do mundo.

Saiba mais em:
https://www.unimedlondrina.com.br/

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Gripe / Doenças Respiratórias

As infecções respiratórias, como a mais frequente causa de doenças na população, são também as principais responsáveis pelas consultas e hospitalizações da população idosa, destacando-se dentre os agentes etiológicos virais causadores dessas infecções: o Sincicial Respiratório, o Influenza e o Parainfluenza.

A influenza (gripe) é uma doença viral aguda causada pelo influenza que se apresenta em três tipos: A, B e C, sendo que apenas os dois primeiros causam doença com impacto relevante na saúde pública. O vírus da gripe do tipo A sofre variações antigênicas mais freqüentes que o B e é o principal responsável pelas epidemias mais graves. Segundo a Organização Mundial de Saúde, durante as epidemias anuais de gripe, a taxa de ataque global é de 5 a 10% na população adulta e de 20 a 30% nas crianças.

A influenza é uma enfermidade altamente contagiosa, razão pela qual se dissemina rapidamente e nas épocas epidêmicas é praticamente impossível evitar o contágio. O vírus circula nas aglomerações a exemplo de escolas, empresas, instituições, shoppings, feiras, supermercados, transportes coletivos, dentre outros. Nessas situações, apenas um indivíduo infectado pode em pouco tempo infectar todos os seus contatos. O vírus é transmitido aos indivíduos suscetíveis através das secreções respiratórias e se espalha facilmente de pessoa a pessoa. O período de transmissão é de um a dois dias antes do aparecimento dos sintomas até sete dias depois. As crianças menores e os imunodeprimidos tendem a eliminar o vírus durante períodos mais longos. As crianças que frequentam creches e escolas são as principais disseminadoras do vírus na comunidade (CDC, 2006).

Após um período de incubação médio de dois dias (um a cinco dias), a doença manifesta-se de modo abrupto com febre, mialgias, cefaleias, mal-estar, tosse não produtiva, dor de garganta e rinite. Na maioria dos casos e na ausência de complicações, a doença evolui entre três a sete dias. Tosse e mal-estar podem persistir por mais de duas semanas (OMS).

O problema aumenta com a complicação do quadro e evolução para doenças bacterianas mais graves como otite média, pneumonia e sinusite. Asma e bronquiolite são também frequentes. Estas e outras condições podem exigir tratamento hospitalar que implicará em maiores riscos para a saúde, em especial para o idoso, custos mais altos para a família e para o SUS. Isto porque, embora a infecção atinja todos os grupos etários, os idosos e os portadores de patologias crônicas apresentam maior morbidade e letalidade por agravamento da doença preexistente e/ou pneumonia. A pneumonia causada pelo próprio vírus da gripe é menos frequente, mas tem uma elevada letalidade.

A complicação mais comum da gripe é a sobreinfecção bacteriana (por Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae ou Staphylococcus aureus), também mais comum em idosos e em portadores de doenças crônicas, sobretudo pulmonares e cardíacas (Foleo-Neto, 2003). Nestes casos, para minimizar os riscos de complicações o Ministério da Saúde oferece simultaneamente a vacina pneumo 23.

O diagnóstico definitivo da gripe baseia-se na identificação do genoma viral e/ou no isolamento do vírus. Os vírus influenza apresentam diversidade antigênica e genômica a cada ano, daí a necessidade da vacinação anual. As análises laboratoriais são essenciais na detecção, identificação e monitoramento do vírus circulante no país, propiciando a seleção de cepas para produção de vacinas bem como o reconhecimento de possíveis estirpes pandêmicas. O sucesso da detecção viral depende da qualidade da amostra clínica a ser analisada, ou seja, quadro clínico compatível com a definição da composição das cepas que farão parte da vacina (Murphy et al, 1996).

Saiba mais em:
http://portalarquivos.saude.gov.br/

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Prevenção

A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como:

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Lave as mãos
com frequência;

 

Mantenha distância (2m) de
qualquer pessoa tossindo
ou espirrando;

 

Cubra o nariz e boca com o
antebraço ao tossir ou espirrar;

 

Mantenha o
ambiente limpo;

 

Sempre que possível, mantenha
o ambiente arejado;

 

Use álcool em gel sempre
que possível;

Troque a roupa de
cama com frequência;

 

Mantenha as
vacinas em dia;

 

Beba mais água
ao longo do dia;

 

Adote uma alimentação
equilibrada;

 

Evite aglomerações;

 

Procure um médico em caso de febre, dor de cabeça ou tosse.